Diários de Gueral













27 comentários:

  1. Nossa... que prazer de viver!!!!!
    Lindo tudo isso.
    Bj meu

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  2. Um verdadeiro show de ótimas fotografias! Resumi. Beijo

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  3. Batoteira! Aproveitas o diário fotográfico para misturares fotos muito boas com outras assim-assim. O teu blogue está com um visual muito bom.
    Sek

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  4. Olha linda não foste a esta caminhada mas quem sabe não haja uma próxima igualmente bonita?
    As lesmas encantaram-me quando vi aquele vídeo... fiquei muito curiosa por causa daquela coisa branca no meio delas e agora já sei o que é...
    Aquilo das pessoas é pura estupidez de gente mesquinha...
    Oh querida essa aldeia encanta qualquer um, fotos tão bonitas :)
    não estou a conseguir decifrar qual é aquela fruta, é um dióspiro? de qualquer maneira adorei a foto em que só a fruta está a cores. Lindas mesmo todas as fotos :)
    aah apanhei a Pandora a fazer "aquela" cara maluca... vou por no blog mas podes ver ja esta http://olhares.aeiou.pt/atacaaaaaa_foto3220125.html )
    beijinho*

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  5. Ah! Já me esquecia. O Keith Jarrett no concerto de Colónia é uma grande escolha. Eu ia caindo para o lado ;)Não paras de surpreender!
    Sek

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  6. Excelente registo diário fotográfico de Gueral, transportas-nos sempre para os lugares por onde passas de uma forma que nos transmite uma paz imensa, o pormenor da galinha que põe os ovos, dos animais, dos caminhos, dos lugares fantásticos da tua terra, o perspectiva fantástica das aboboras. as flores amarelas molhadas e os frutos com destaque ao trabalho que realizaste da cor do diospiro e da folha no fundo a preto e branco, resumindo como sempre levas-nos a sonhar, boa semana, beijos..

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  7. Olá Sofia,
    Mas que grande e bela reportagem campestre!!!
    Só mesmo aqui, tenho a grata honra de poder ver tudo aquilo que práticamente já não existe na aldeia onde cresci. Acho que nem vaquinhas já existem...
    Ri muito com a primeira foto. Estúpidamente fiquei me questionando que animal estranho seria aquele, (apesar de ver ovos), não queria acreditar tratar-se de uma pobre galinha. Talvez alguma espécie que eu ainda nao conhecesse...sei la? Acho que nunca tinha visto o traseiro de uma galinha fotofrafada. Será? não sera...? e assim fiquei um bom tempo, até que uma visita inesperada me confirmou tratar-se realmente de um fabuloso traseiro de galinha. Humm!!! será?
    Como podes ver, já puseste hoje alguem muito bem-disposto...
    Fica bem... que eu ainda por aqui estou a rir à gargalhada!

    Beijo
    Walter

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  8. Não sei quem vence!
    Não sei quem leva a melhor
    Só sei que um sorriso teu
    Fez desabrochar das pedra uma flor

    Com ela teci um tapete
    Engalanei a sombra dos teus passos
    Escrevi um derradeiro pedido numa pétala
    Rogando a infinita ternura dos teus abraços



    Doce beijo

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  9. Olá querida
    Belas fotos.Transmitir a natureza é uma forma de admirar.
    Com carinho BJS.

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  10. Foi bom ter passado por aqui e conhecer alguém que partilha do gosto pela natureza.
    beijinhos*

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  11. Oh sofia, as fotos estão fantásticas, mas essa da galinha! coitada, deve ter um frio no traseiro. ahahah. só tu para me fazeres rir...
    João Cerqueira

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  12. Que lindoooooooooo, Sofia! Estar em contato com este ambiente é ter mais energia, saúde, cor! As fotos são cânticos da Natureza! E cada vez mais, hoje em dia, precisamos e temos necessidade de ver estas fotos para sentir, admirar e através delas uma meditação reflexiva saudável. Uma volta para a simplicidade e a nossa essência. É a natureza em todo o seu esplendor sensibilizando o homem num refúgio, abrigando-o da artificialidade reinante destes tempos modernos.


    Beijos e meu carinho.

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  13. Ovinhos, diópiros, castanhas, aboboras vaquinas, galinhas um dia perfeito em Guerral!

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  14. ahahahah Walter, apresento-te as galinhas do meu pai. ahahah. A sério, ele tem cada uma. Achei um enorme piadão a essa, toda "descabelada" no rabo. uma amiga quando viu a foto, perguntou: ui, que animal é esse?! ahahah
    Se visses a colecção das galinhas do meu pai, partias-te a rir! ahahaha
    Agora contagiaste-me. Não consigo parar de rir. E depois olha, vês o tamanho dos ovos que ela pões? Ora põe uns muito grandeso ora outros muito pequeninos. Ela não regula mesmo! ahahah

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  15. São tantas as belezas que a vida nos dá, lindas imagens, lindo seu coração...beijos e otima semana.

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  16. Lindas fotos estas, cheias de humor e tranquilidade...
    julio Capa

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  17. Um beijo querida e um belo dia pra voce...

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  18. Tenho andado apenas muito ocupada... Mas ando bem, obrigada pela preocupação :D
    Vou tentar postar mais.

    Beijinhos e obrigada

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  19. ...Só tens que vir à minha ilha...levo-te à minha rua ladrilhada de imenso carinho...


    Terno beijo

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  20. Sofia, parabéns pelas fotos maravilhosas.

    Obrigado pela visita deliciosa, bjs do teu amigo, ZC

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  21. Sofia vim conhecer seu espaço através de Tossan, lindo trabalho vale mesmo ser admirado.

    Abs,

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  22. Viva Sofia!!
    Adorei a tua foto-reportagem sobre Gueral.
    A foto da galinha está espetacular:)
    Tudo que seja campo e natureza tem para mim grande significado.
    Parabéns!!!
    Bjs e Abraços

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  23. Excelentes fotografias, onde as palavras ficam em silêncio e as imagens falam por si.

    Parabens e obrigado pela partilha

    Luis

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  24. As imagens da ruralidade portuguesa deixam-me sempre nostálgico. Estou a reler os "Bichos" de Miguel Torga. Uma delícia. Reconheço ali tantas expressões que ouvia na minha meninice e que, me avivam a memória, trazendo-me ao “olhar” personagens, gestos, faces, expressões faciais e físicas… estantes únicos a que assisti! Historias da minha vida!

    Um urbano nunca conseguirá perceber na sua essência o que é a vivência rural, tão rica em usos, costumes, conivências… comunhões e humanidade.

    A minha aldeia natal é parecida com a tua, mas mais vazia… de vacas, galinhas… de gentes!

    As gemas dos ovos das galinhas do teu pai são certamente de um amarelo que poucos urbanos conhecerão. Alguns, se os vissem, estou certo que estranhariam! Como estranharam os filhos de um casal amigo que, recusaram comer ovos dados pela minha mãe… por serem diferentes (a gema era de um amarelo vivo) dos que a mãe comprava no supermercado! Parece anedótico?! Sim, mas é verdade.

    Quando era criança, todos os Outonos, em cada domingo, no caminho para a missa, passávamos por um enorme diospireiro que, já sem folhas, ostentava orgulhosamente os seus frutos de um vermelho vivo. A minha mãe chamava-me sempre a atenção para aquela “beleza” que eu, na minha inocência desvalorizava. Mas o certo é que me ficou na memória.

    Gueral deve ser um lugar muito simpático!

    A. H.

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