Hoje passo por aqui A destilar com o fígado a monotonia Das coisas monótonas E a vulgaridade de quem se sente vaidoso E na verdade não é Imbecil o que se senta e nem olha à volta Apologista falso do pudor De ver até uma árvore nua E sentir dela posse como se fosse sua Dá-me ranço a vulgaridade dos corpos E a falta de capacidade de cálculo Do diâmetro da existência Aflige-me que depois de tantas lições E tantos jardins E tantas lágrimas E tantos poemas Coloquemos flores no lamento Mas deixemos as costas Bem direitas Na parede de fuzilamento Hoje passo mas não fico Porque não me deixa o vício do fígado
Estas fotos tem dois "senãos", primeiro não serem da minha autoria, segundo terem sido tiradas por um telemóvel!!! Quando o meu primo Fernando mas enviou, não resisti a publica-las pelas cores surreais que elas apresentam! Linda a suíça!
Acho que qualquer dias vou fazer-vos uma visita, primos!;)